Greve da saúde estadual foi suspensa após assembleia geral dos servidores

Publicado em: 26/03/2018 Categoria » Geral

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 A greve da saúde estadual, que começou na manhã de sábado 24.03, foi suspensa no mesmo dia, por decisão da assembleia geral categoria, realizada no Hospital João Paulo II.

No dia anterior, 23.06, o Governo do Estado enviou uma contraproposta à diretoria do Sindsaúde, Sinderon e Comando de Greve levando a categoria a reavaliar a decisão de paralisar as atividades. O pedido do Governo foi aceito e a mobilização foi suspensa.

Na próxima quarta-feira, os representantes sindicais e Comissão de Greve reúnem-se com a Mesa de Negociação Permanente, na Casa Civil, para iniciar as negociações das reivindicações da categoria.

No documento enviado pela Casa Civil, Segep, Procuradoria Geral do Estado, Sefin e Sesau aos sindicatos representativos da saúde há alguns avanços.

Dentre os benefícios que o Governo aceitou discutir estão a criação de uma comissão bipartite para avaliar o impacto em folha das perdas salariais e da revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR).

O Estado também se comprometeu em implantar na folha de abril a Gratificação de Atividade Específica (GAE) aos servidores que nunca receberam o benefício (retroativo a março) e parcelar o retroativo até dezembro de 2018.

No mês de abril, o Estado vai implantar em folha o pagamento as atualizações das progressões funcionais dos anos 2013 a 2018. Em maio, começa o pagamento do retroativo da progressão.

Segundo o presidente do Sindsaúde, Caio Marin, a contraproposta do Governo do Estado foi bem clara em alguns pontos, mas a palavra final foi da categoria, a principal beneficiada.

“Abrimos um canal de negociação. Isso é muito importante. Agora na quarta-feira vamos para as discussões e tentar sensibilizar o Governo sobre nossas reivindicações. Estamos unidos e a perspectiva de sair com uma boa negociação é altamente positiva. Iremos exigir na mesa de negociação o fiel cumprimento do acordo, com data para início e fim. Se houver quebra na negociação, retomaremos a greve por tempo indeterminado”, ressaltou.

O servidor da saúde não aguenta mais arrocho salarial e não ser reconhecido pelo Governo.

SINDICATO É PARA LUTAR

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