Tentativa de transferência de patrimônio do Sindsaúde gera violência e revolta

Publicado em: 22/09/2011 Categoria » justi�a

Após a intervenção na administração do Sindsaúde que durou 1 ano e meio, e uma eleição tumultuada, na qual a chapa eleita teve que esperar por quase 50 dias para tomar posse, a situação no segundo maior sindicato de Rondônia ainda é de turbulências. O motivo, desta vez, é a tentativa do presidente do Sindsaúde Assistência Médica, Silas Neiva, de transferir o plano para associação criada pelo Sintero.

A notícia da possível perda do patrimônio do Sindsaúde para a Associação dos Trabalhadores no Serviço Público no Estado de Rondônia (ASPER) vem causando tensão e revolta entre os servidores da saúde, resultando até em violência, como foi o caso da agressão física sofrida por um diretor do Sindsaúde, cujo caso chegou a ser registrado numa delegacia de polícia.

 

A ASPER foi criada no dia 29 de abril deste ano, durante reunião da cúpula do Sintero, ocorrida no Hotel Transcontinental de Ji-Paraná. Agora, o próximo passo seria conseguir número suficiente de assinaturas para aprovar a transferência. No entanto, “o grupo interessado vem sofrendo desapontamentos”, afirma Roberto Ferreira, que é secretário geral do Sindsaúde.


“Eles não conseguem quórum para aprovar a transferência do Plano de Saúde. Várias assembléias já foram convocadas por Silas, em várias cidades, mas não aparece ninguém! Aí eles voltam decepcionados, porque ninguém vai aceitar isso: dar o nosso patrimônio de ‘mão beijada’ para o Sintero!”, declarou Ferreira.


Roberto Ferreira, foi quem registrou ocorrência policial na última sexta-feira (16), na 1º Delegacia de Polícia Civil de Pimenta Bueno, sob o nº 3559-2011, informando ter sido vítima de agressão física por parte de seguranças de Silas Neiva, quando tentava entrar na sede do Sintero, na cidade de Pimenta Bueno, para participar de uma reunião convocada com a finalidade de tratar sobre a transferência do plano do Sindsaúde para a ASPER. “Eles se aproveitaram da minha desvantagem para me empurrar e me agredir”, declarou o diretor que é deficiente físico.

 

Assessoria

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