Memp e Sus e Sindsaúde discutem revisão do PCCR dos servidores da saúde

Publicado em: 31/03/2016 Categoria » pol�tica

Clique para ampliar


Já estão sendo finalizados esta semana o trabalho de revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores da saúde. O trabalho está sendo feito por técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Sindicatos representativos da saúde do Estado. 


A revisão do PCCR é uma cobrança antiga do Sindsaúde ainda na 1ª gestão do Governo Cassol, que criou o plano. A revisão nada mais é do que uma reparação das perdas salariais dos servidores da categoria nesses quase 10 anos desde que foi criado. 


Segundo o presidente do Sindsaúde, Caio Marin, a proposta inicial que deverá ser apresentada ao Governo do Estado prevê um  recomposição salarial de 30% em todas áreas da saúde. O enquadramento vertical  ocorrerá da seguinte forma: 15% de A para B, 30% de B para C e 45% de C para D.


“Essas recomposições implicam em nível de graduação do servidor. Quanto mais o servidor se especializar em sua área de atuação, por exemplo, concluir o nível superior, ele terá sua progressão automaticamente reajustada”, explicou Caio ao comentar que o PCCR é uma política de valorização do servidor. 


Outro benefício previsto na minuta de revisão do PCCR é o aumento do valor da Gratificação de Atividade Específica (GAE) e sua inclusão no vencimento do servidor. Caio explicou que essa inclusão é uma questão de Justiça para com boa parte dos servidores que estão em fase de aposentadoria. 


A novidade do PCCR, no entanto, é a criação do auxílio-alimentação, uma rubrica que, não entra na verba de despesa, mas de custeio, portanto, não representa risco para a responsabilidade fiscal da folha de pagamento do Estado. No Estado, o Poder Judiciário, o Legislativo já pagam esse auxílio a seus servidores, menos o Executivo. 


Outra novidade é a criação da Gratificação de Auto-Risco, para servidores que trabalham em locais críticos (muito mais que insalubre) e que estão sujeitos a riscos extremos de saúde, como, por exemplo, contrair doença contagiosa, alto nível de estresse, dentre outras situações que ocorrem em hospitais de urgência e emergência e UTI´s como o João Paulo II, Hospitais de Extrema e Buritis e o Heuro, em Cacoal.

Comentários:

Seja o primeiro a comentar.

Faça um comentário sobre esta postagem: