Servidores da Saúde paralisam, governo recua e confirma pagamento da progressão em setembro

Publicado em: 19/08/2016 Categoria » pol�tica

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Na manhã do dia 18 de agosto, o Sindsaúde fez paralisação em frente a Secretaria de Saúde e o Governo do Estado mediante o Chefe da Casa Civil, Emerson Castro e a Secretaria Adjunta Maria do Socorro da Silva chamam a Comissão de Greve e fecharam acordo para suspensão do movimento.

O Presidente do Sindsaúde Caio Marin, usando de muita habilidade no movimento, e chamando toda a classe para escolher democráticamente uma comissão, conseguiu fechar um acordo que o Governo já tinha sinalizado no dia anterior. Os servidores da paralização nomearam seus representantes de cada unidade hospitalar e participaram ativamente do acordo.

As pautas reivindicadas foram as seguintes: 24 hs da radiologia, PCCR, Insalubridade, Auxilio Alimentação, GAE, condições de trabalho e Retroativo da Progressão. Tratando ponto a ponto, foi feita uma ata da reunião que demorou aproximadamente uma hora e meia, o desfecho do acordo ficou da seguinte forma:

1. Minuta do PCCR enviado para elaboração de impacto, avaliação para concessão de valores para o proximo exercício dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

2. Aprovação da minuta do Projeto de Lei pela MENP, para a concessão de Auxilio Alimentação e envio à Assembleia Legislativa na próxima semana, no valor de R$ 100,00 para agosto de 2016, acrescido de R$ 100,00 para 2017, totalizando valor de R$ 200,00 (Duzentos Reais).

3. Implantação do pagamento na folha de pagamento no mês de Setembro/2016 da primeira parcela do retroativo das progressões, com efeitos retroativos à Julho/2016.

4. O não cumprimento do acordo por parte do Governo ensejará em deliberação de deflagração de Greve.

5. As faltas serão abonadas, mediante a apresentação da relação de lista de presença da Assembléia. A diretoria do sindicato agradece e parabeniza a todos os que compareceram ao movimento e ressalta que Sindicato somos todos nós.

“Esperamos que desta vez o Governo cumpra realmente com esses compromissos que tem com a categoria, e se não ocorrer, lamentávelmente o movimento grevista acontecerá em todo o Estado”, afirma Marin.










 

 

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