Sindsaúde reúne com novo secretário e adjunta da Sesau

Publicado em: 15/01/2019 Categoria » saude

A direção do Sindsaúde reuniu-se na manhã de segunda-feira 14.01 com o novo secretário de Saúde, Fernando Máximo e com a adjunta Kahane Maia dos Santos, no gabinete da Sesau.

Na reunião, a diretoria deixou os novos dirigentes da Sesau a par de uma série de questões  de interesse do servidor da saúde e que estão em negociação com o Governo do Estado desde a gestão passada.

Uma pauta de reivindicação contendo 13 itens foi protocolada pelos dirigentes sindicais e discutidos ponto a ponto, algumas delas atendidas pela Sesau como a eleição das gerentes de enfermagem.

"A gerência do João Paulo II, por exemplo, já foi eleita na semana passada e nas próximas semanas será realizada a eleição das outras gerentes de unidades", disse o secretário Fernando Máximo.

Os outros doze itens de pauta são os seguintes:

PCCR - já existe há 16 anos e nunca teve revisão. O Sindsaúde informou ao secretário que os recursos para a revisão do plano já foram provisionados no orçamento 2019 da saúde junto ao Conselho Estadual de Saúde (PAAS 2018);

RETROATIVO DA PROGRESSÃO - Tão logo seja feito o impacto na folha pela Perícia, haverá uma nova reunião para definição do pagamento, o que  ocorrerá na primeira quinzena de fevereiro;

INSALUBRIDADE - O secretário solicitou o impacto dos valores e nome dos servidores que não recebem para implantação imediata;

24 HORAS DA RADIOLOGIA - Cumprimento da Lei Federal que prevê plantão das 24 horas semanais

AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO; O Governo anterior não cumpriu o último acordo. O secretário se propôs a reunir com a equipe econômica (planejamento e finanças) para cumprir o acordo;

AUXÍLIO SAÚDE; o Estado paga atualmente R$ 150 para quem tem plano  de saúde e R$ 50 para quem não tem. O Sindsaúde está propondo um reajuste de R$ 350 para quem tem plano e R$ 150 para quem não tem. A  justificativa do reajuste é que muitos servidores alegam não ter renda para custear um plano de saúde, superlotando as unidades em todo o Estado.

FHEMERON DE GUAJARÁ-MIRIM - A unidade não faz mais coletas de bolsas de sangue, apenas distribuir homoderivados colhidos nas outras unidades. É um contrasenso, tendo em vista que a cidade vai ganhar em pouco tempo um novo hospital.

HEURO - O Hospital parou de ser construído na sua fase inicial. O fim da superlotação do  João Paulo II passa necessariamente pela conclusão das obras do Heuro. A SESAU informou que não tem recursos para terminar a obra e que irá trazer o ministro da saúde para sensibilizá-lo à destinar verba para a obra;.

MELHORIA NAS CONDIÇÕES DE TRABALHO - Inúmeras sessões das unidades padecem de falta de estrutura, material, mão-de-obra de servidores, dentre outros. Esta semana começa uma vistoria nas unidades onde será feito um relatório, a pedido do Ministério Público do Trabalho, para saber se o Estado cumpriu com o Termo de Ajuste de Conduta para melhoria das unidades.

NOMEAÇÃO DE CRITÉRIOS TÉCNICOS - O Sindsaúde pleiteou que os cargos comissionados da saúde sejam ocupados por pessoal de carreira. O secretário informou que 90% dos cargos comissionados estão e serão ocupados pelos profissionais do quadro efetivo.

O Sindsaúde foi representado na reunião pelo presidente Caio Marin, o secretário geral Roberto Ferreira, o diretor de Patrimônio, Golbery Paixão, o diretor jurídico Ednaldo Ferreira, João da Mota (Radiologia), a representante do João Paulo II, Margarida Yamara, Maicon Martins (Cemetron), Fernanda Barros e Maicon Souza (da Coordenadoria de Nutrição Enteral)

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